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Ator, dramaturgo, diretor, produtor e educador. Formado pela EAD – Escola de Arte Dramática da Universidade São Paulo (EAD/ECA/USP).

Fundador e integrante da Cia. Artera de Teatro.

Formador nas áreas de interpretação e dramaturgia no Projeto Ademar Guerra e artista orientador do Programa Vocacional. 

Estudou dramaturgia com Chico de Assis, Luís Alberto de Abreu e Gabriela Rabelo.

Escreveu, produziu e atuou nos espetáculos “Coração Dark Room” inspirado na obra de Caio Fernando Abreu e “Não conte a ninguém”, foram produzidas através do ProAC, participaram de diversos Festivais entre eles o Mix Brasil, SIM Araçatuba. Estes textos teatrais foram publicados pela Editora Giostri em 2015.

Em 2016 a peça “Não Conte a ninguém” foi produzida na cidade de Porto Alegre em 2016, resultando sucesso na cena gaúcha para Cia Alarde de Teatro. Idealizou o projeto “Dadesordemquenãoandasó” e “Scavengers” de Davey Anderson, realizando temporada e apresentações no Espaço Viga, Centro Cultura São Paulo e circulou por diversas cidades através do ProAc Circulação.

Como ator participou do grupo Folias D‘arte, atuou em “Querô - Uma reportagem maldita” de Plínio Marcos, direção de Marco Antônio Rodrigues peça ganhadora do Prêmio Shell.

Dirigiu 11 (onze) espetáculos da Cia Artera de Teatro. Também dirigiu a peça “Sob teu corpo e duvidei” de Ruy Jobim Neto (Satyrianas 2010); “Burundanga” e “Ladeira da Memória” de Luís Alberto de Abreu no Estúdio Belas Artes (2012/2013); Fez a preparação de elenco do filme “Nós somos o amanhã” de Lufe Stefen e foi jurado no FECT (Festival de Cenas Curtas) Osasco (2018).
Recebeu diversos prêmios em teatro, como ator, diretor e autor, entre eles o de melhor ator e de diretor no Mapa Cultural Paulista de 2005 e de Melhor ator e diretor no Festival Nacional do SESI.

RICARDO CORRÊA

Ator e diretor.  Formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São
Paulo (EAD/ECA/USP). Integra a Companhia Artera desde 2008 e dirigiu os espetáculos da Companhia: “Não conte a ninguém” e “Bug Chaser – Coração Purpurinado” (espetáculo mencionado como um dos mais significativos de 2017 pela Academia de Críticos Bravo) todos com dramaturgia de Ricardo Corrêa. Também dirigiu “Perdoa-me por me traíres” de Nelson Rodrigues, “A terceira margem do rio” de Guimaraes Rosa em Minas Gerais. Dentre os trabalhos recentes como ator: “SCAVENGERS” de Davey Anderson, direção Francisco Medeiros, A SOCIAL (2015), texto de Ricardo Corrêa e direção de Thiago Ledier, GANGUE (2012/2014), texto de Pedro Guilherme e direção de Mauro Baptista Vedia (peça
vencedora do FEMSA 2012, Melhor Espetáculo Jovem). Já em 2011 trabalhou com os  diretores/autores Calixto de Inhamuns, Gabriela Rabelo e Paulo Farias na peça 3 CASAS (Tríptico Alfrediano). Com a Cia. Dramática de Teatro atuou nas peças O AMOR DAS TRÊS LARANJAS (2011), KD EU? (2007/2010) e A DROMÁTICA COMÉDIA CIRCENSE (2009), todas sob direção e
concepção de Bete Dorgam. Em 2007 ingressou no grupo Folias D’Arte atuando na peça CABARÉ DA SANTA, texto de Reinaldo Maia e Jorge Louraço com direção de Dagoberto Feliz.
Paralelamente estreava no Espaço dos Satyros com a peça AMOR E RESTOS HUMANOS, texto do canadense Brad Fraser e direção de Marco Antonio Pâmio. No cinema atuou nos filmes O NATIMORTO com direção de Paulo Machiline e AUGUSTAS, direção de Francisco César Filho e na TV, no especial Direções 2 UMA ESCADA PARA A LUA com direção de Bete Dorgam, além de
algumas publicidades.

DAVI REIS

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