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Bug Chaser - Coração Purpurinado

1h 15min   |   Drama   |  Adulto

Sinopse: 

Mark está em uma quarentena sendo analisado por uma voz, um programa de inteligência artificial. Em fragmentos e saltos atemporais, a peça conta a saga desse homem, um advogado criminalista que busca se infectar propositalmente com um vírus.

 

Ficha Técnica:

Idealização, Dramaturgia e Interpretação: Ricardo Corrêa.

Direção: Davi Reis.

Voz máquina: Leonardo Souza.

Figurino: Cy Teixeira.

Iluminação: Fran Barros.

Trilha sonora: Lucas Kaiser.

Cenário: Cesar Resende de Santana

Vídeo Design, Fotos e Programação visual: Alice Jardim.

Preparação corporal: Felipe Alves.

Operação de som e vídeo: Viviane Barbosa e Flávia Servidone.

Operação de luz: Lucas Barbosa.

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Produção: Ricardo Corrêa.

Realização: Cia. Artera de Teatro.

Teaser

"Bug Chaser" - Projeto em Português 

"Bug Chaser" - Project in English

Assista na íntegra

Todas as veias levam ao coração.

 

Imagina um futuro distópico. Agora, um homem que se lança ao risco em uma cidade dividida. Sexo instantâneo, pequenos suicídios no sigilo. O vírus aqui aparece como metáfora de um mundo adoecido pelo consumo, relações incompletas, liquidas de Bauman. Imagina um advogado criminalista na fila do transplante de coração, cantando sua solidão em um Karaokê, tendo o sexo como mote para aliviar a sua angustia implacável, em flashbacks vai em busca da amostra reagente. Ele quer se contaminar com as purpurinas. Imagina um texto que contamina a sua vida e se transforma por meio do contato real com homens que se dispuseram a falar sobre bareback e o HIV. Fetiche ou ação política? É tão maior. Imagina um coração no meio de tudo isso criando, o mundo em caos, intolerância, o não afeto.

 

Lâmpada vira lembrança. Aleppo. Mar. Infância. Mickey Mouse. Cabelo azul. Imagina um homem buscando pertencimento como qualquer um de nós. Imagina um ator, um dramaturgo sangrando ficcionalmente todos os dias em cena com um rato atrás da privada. Imagina um novo capítulo do HIV. Talvez esse texto não dê conta de falar de tudo. Talvez o caminho seja achar no submundo um lugar azul, permeado por profilaxias cotidianas. Essa peça tem o peso de um coração. De um sonho. Imagina.

Todas as veias levam ao coração – Ricardo Corrêa.

 

Aqui não tem happy end, nem uma bela música cantada. Esperança talvez. Foram meses de percalços: primeiro uma pedra, depois uma montanha e, enfim, um pico para se jogar. Acredito que a grande inovação no teatro é um excelente texto e um excelente ator e é esse o caminho que resolvemos seguir em “Bug Chaser - Coração Purpurinado”, deixar de lado os prós e contras, os críticos e não tão críticos e dar vazão ao que compete ao artista (em partes): comunicar o que acredita, do coração, do se jogar no abismo pra contar uma história, colocando mais questões do que revelando soluções. Neste processo chafurdamos na lama para trazer, talvez, a beleza de ser humano a partir do feio, do real, do banheiro repleto de ratos. Agora só nos resta saber se somos belos ratos de laboratório ou nos rastejamos pelos esgotos em busca de utopias. – Davi Reis

Críticas

 

"Uma peça teatral sobre gays que intencionalmente fazem sexo sem proteção e se esforçam para infectar-se com o vírus HIV, rotulados bug chasers. Tinha tudo para dar errado. E, no entanto, Bug Chaser – Coração Purpurinado, monólogo criado e estrelado por Ricardo Corrêa, é um dos melhores espetáculos teatrais atualmente em cartaz em São Paulo." - Marcio Caparica  - Revista Lado Bi.

"Intenso, denso e arrasador, Bug Chaser humaniza caçador de vírus HIV. Ainda que denso e de forma bem intensa, o tema é tratado com muito respeito e força, buscando quebrar o estigma de pessoas que fazem sexo sem proteção. Homofobia e aceitação também são tópicos dão mais peso no espetáculo. A interpretação de Ricardo é arrasadora e digna de destaque." - Renan Oliveira site Dentro do meio.

"Um trabalho vigoroso de atuação e direção" - Silvana Garcia.

"A história é apresentada de maneira direta, crua , e, graças ao desempenho de Corrêa, fica fácil envolver-se com os relatos em torno das primeiras experiências sexuais, do sofrimento diante da rejeição social e da autopunição a que o personagem se submete" - Dirceu Alves Jr.   (3 Estrelas Veja SP). 

 

"Magnífica atuação visceral de um jovem ator, de quem tive a grata satisfação de me tornar amigo e do qual não apenas São Paulo, onde já é conhecido e aplaudido, mas o Brasil inteiro haverá de ouvir falar muito. Chama-se RICARDO CORRÊA, um ator que merece premiações, pelo seu trabalho, além de, também, ser o autor da ótima dramaturgia e idealizador do projeto, ao lado de DAVI REIS, que assina uma direção irretocável." - Gilberto Bartholo - Crítico do Rio de Janeiro.

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